quinta-feira, 11 de junho de 2009

Meaning in flames - SUBMISSION HOLD

"Depois da tour do verão de 2005, e 12 anos de turnês criando músicas e idéias, nós decidimos parar pelo ano. Nove meses depois daquele ano, era óbvio para todxs nós que a pausa era permanente. Então, agradecimentos bem atrasados para aquelxs que nos apoiaram e inspiraram pelos anos. Felizmente, nós fizemos algum tipo de contribuição positiva. Mesmo que não estejamos mais ativxs como banda, permanecemos amigxs e continuamos a aplicar o que vocês nos ensinaram em outros projetos. Nós tivemos ótimos tempos. Quem sabe não é a sua vez?"

Meaning in flames (Significado nas chamas)


BAIXE AQUI


(Do LP "Sackcloth and Ashes - The Ostrich Dies on Monday")

Você tem uma história alternativa em mente?
Pode distinguir a realidade da imaginação?
Recriar o passado
para caber uma visão alternativa de futuro
que eu tenho em mente?

Mude uma peça do quebra-cabeças
E você terá pessoas sonhando em fazer coisas
que elxs não sonhariam fazer.
Estou sonhando este sonho
Ou este sonho está me sonhando?

O alarme desligou - um pouco atrasado
e a transmissão começa
Nos diz:
"O mundo está em chamas" (5x)
"Abra seus olhos! Abra seus olhos!"

E eu penso e recordo que havia um tempo
Onde eu também acreditava nisso
E agora me dizem que eles arrancaram seus lábios
Eu não vou suportar isso
Eu não vou suportar isso

E isso é um aprendizado
E isso é uma lembrança falha
Eu não posso me lembrar do passado então eu o repito
Eu não posso me lembrar do passado então eu o repito

Me escondi debaixo das cobertas
com muita de-liberação
Mas a transmissão continuou atravessando
Com dez segundos de atraso

[O mundo está em chamas
Por um pequeno segundo todxs entendemos]

Todxs estamos queimando, tudo está queimando, tudo está morrendo. (3x)

E nós nos dizemos de novo e de novo
Encontre significado nas chamas
Eu posso sobreviver a este dia
Se conseguir ver alguma coisa bela

O mundo está em chamas
E na luz alaranjada
Eu danço em um túmulo
Brindo à lápide
E ajoelhadx
Eu escrevo meu nome.

Todxs estamos queimando, tudo está queimando, tudo está morrendo.
"O mundo está em chamas" (5x)


"Sonho com outro tempo - um tempo de ficcção científica, especulativo. Onde qualquer coisa é possível. Um tempo utópico, distópico, mas não tão míope. Sonho com um tempo - de um lugar - onde a parte tão obviamente absurda de nossas vidas não existe. Onde somos o sonho e o sonho é a realidade. De um lugar onde as pessoas não vivem em jaulas - nem físicas, nem imaginárias. Onde existem verdadeiras escolhas em nossas vidas e mesmo sem solução para todos os problemas, não estamos todxs perdidxs.
Sonho...
Foi em um desses dias nos quais não tens nem vontade de sair da cama. Paralizadx pela desesperança e desespero, uma sensação dominadora que se parece em tudo como uma verdade não reconhecida. Eu reconheço minha própria mortalidade e percebo que não sou nada. Mas algumas vezes eu posso enxergar além da minha visão limitada e ver um futuro (e um passado) que desviam e superam nossos tempos de tanta desilusão. Há esperança - ainda que seja pequena e algumas vezes eu a perca, consigo encontrá-la de novo. Tudo está em constante mudança. Nada é permanente. A mudança está sempre no horizonte.
Eu acordo, saio na rua e vejo uma rachadura no concreto".

[Submission Hold]

"Este mundo está nos envenenado, nos limitando em atividades inúteis e nocivas, nos impondo ter a necessidade de dinheiro e nos privando de relações apaixonantes. Estamos envelhecendo entre homens e mulheres sem sonhos, estrangeirxs em um presente que não deixa espaço para nossos impulsos mais generosos. Não somos partidárixs de nenhuma abnegação. É que simplesmente o que esta sociedade sabe oferecer como o melhor (a carreira, a fama, a vitória imprevista, o "amor"), não nos interessa. Mandar nos repugna tanto quanto a obediência. Somos exploradxs como xs outrxs e queremos terminar o quanto antes com a exploração. Para nós, a revolta não precisa de outras justificativas.
Nossa vida está nos escapando e todo discurso de classe que não parta disso não é outra coisa senão uma mera mentira. Não queremos dirigir nem apoiar movimentos sociais, mas sim participar nos que existem na medida em que reconheçamos neles exigências comuns. Desde uma perspectiva desmedida de libertação, não existem formas de lutas superiores. A revolta necessita de tudo, jornais e livros, armas e explosivos, reflexões e blasfêmias, venenos, punhais e incêndios. O único problema interessante é como mesclá-los."

Ai ferri corti "Romper con esta realidad, sus defensores y sus falsos críticos"
Anónimo. Páginas 24 e 25. Editorial Muturreko Buru
taziok (anti-politics.net)


"Nós não estamos com nem um pouco de medo das ruínas...
Nós carregamos um mundo novo aqui, em nossos corações..."
- Buenaventura Durruti



A MANADA SE DESPEDE DO CORPO DO FELINO QUE PARTIU, MAS MOSTRA AS GARRAS PARA DEFENDER SUA MEMÓRIA

A sexta-feira 22 de maio ficou suspensa na memória

O dia parou quando nos noticiários aparece a foto de nosso irmão Mauri. Acabou sendo ele quem morreu como resultado da detonação inesperada do artefato explosivo que portava. Atacaria a escola de polícia, carcereiros que fazem da tortura um trabalho.

Era cerca de três da tarde quando em nosso lar chegam os carros da imprensa, desejosos de obter alguma imagem, quem sabe uma lágrima de dor ou a condenação pública. Nesse mesmo instante são invadidas mais duas casas do bairro, "Cueto con Andes" e a okupação "La idea". Nessa última o aparato é dantesco. Um grupo de assalto, franco-atiradores, helicópteros, todos os brinquedos novos para o show em pleno centro de Santiago.

A casa é destruída e xs companheirxs são detidxs, transferidxs para uma unidade da polícia de investigações. São filmadxs, desnudadxs e ameaçadxs. Se não cooperarem com a investigação, xs farão ver as fotografias do estado em que ficou o corpo de nosso irmão. Entendemos isso apenas como uma técnica a mais da morbidade do poder, não nos surpreendemos nem lamentamos, só reafirma nosso mais profundo desprezo por eles.

A polícia, em sua ânsia de obter resultados, ingressa na casa um recipiente com pólvora. Continua o circo. Não queremos apelar à montagem como defesa política, mas o inegável, o real e alheio a toda discussão é que tecnicamente a pólvora foi introduzida pela polícia. É tal o nervosismo por parte dos guardiões do poder, que apesar desse fato (que juridicamente leva à detenção automática) xs companheirxs são libertadxs e com o passar das horas, três delxs (argentinxs) perdem permissão diária, sua permanência no país depende exclusivamente do ânimo dos fiscais.

Paralelo a isso, no meio de toda tensão, a polícia cerca nossa rua com fitas de segurança, isolando a área e se posicionando nos arredores. A invasão de nosso lar era iminente.

Com o peito estufado e o rosto coberto, nos colocamos em guarda...

Decididxs a fazer frente à repressão, nos amotinamos, supondo que talvez o que podíamos fazer era simplesmente um gesto. Nossos anos de discurso fez sentido sem hesitação, os espaços se defendem, não se cedem, não se abandonam, assumindo todas as consequencias que nosso ato poderia provocar.

Aqui queremos parar por um momento, é importante refletir sobre o que fazer ou não diante da repressão, sobre como fazer. A vida corre vertiginosamente, com uma urgência de tomar posições, é fácil às vezes sucumbir ao abismo e não medir com suficiente peso os obstáculos que enfrentamos diariamente. A convicção com a qual enfrentamos esse dia, isso tínhamos claro, não impediria nem por um momento o ingresso das forças repressivas, mas o que estava realmente em jogo? Nada mais que nossa moralidade, nada mais que o peso real de nossas posições diante do mundo, a maneira como enfrentaríamos esse momento, também determinaria a resposta dxs companheirxs que estavam fora.

A opção mais sensata, à partir da racionalidade imposta, que não tem nem princípios nem moral a mais que a comodidade e o medo, era abandonar a casa, colocar em resguardo nossa integridade, nossa "liberdade", nossas vidas, mas não o fizemos. Se Mauri tivesse tomado esse caminho, se tivesse se deixado seduzir pela vida cômoda do capital, hoje estaria vivo, divertindo-se, em êxtase com as efêmeras felicidades que são oferecidas. Mas está morto. Morreu em guerra com o existente, optou pelo caminho mais difícil, fez de cada parte de sua vida um combate.

É preciso entender que nenhuma ação em si mesma gera a queda do capital, nem defender-se em um teto, nem parar uma biblioteca, nem portar uma carga na mochila, isso não está em questão. É o sentido que motiva as ações que gera uma ruptura com a sociedade sustentada pela exploração e pelo poder. Não vivemos esperando um futuro ideal onde podemos realizar nossos sonhos e desejos. Aqui e agora, em cada pequeno ou espetacular ato de revolta recuperamos nossas vidas. O irônico é que a recuperamos mesmo quando nossa vida se esvai por ele.

Enquanto toda essa análise se condensava em nossas cabeças, que a essa hora ardiam, companheirxs solidárixs, nos apoiavam desde fora. Nos enviavam força e enfrentavam a polícia e a imprensa, registrando-se xs primeirxs detidxs. Em apoio aos porta-vozes do poder, a polícia intervém, lançam gases e água tóxica. Entre xs companheirxs os afrontamos, no entanto, conseguem dispersar xs solidárixs permanecendo só a polícia no setor.

Cai a noite, os guardiões do capital e seus porta-vozes se afastam...

Xs companheirxs se aproximam da casa, tomando a rua. Pela primeira vez no dia podemos estar todxs juntxs, podemos conversar e sentir as mãos de nossxs cúmplices. Emocionadxs vemos do telhado a grande quantidade de irmãs/ãos que nos faziam companhia, sentimos sua presença com muito afeto. É aí que recentemente algumas/uns ganham consciência da partida de nosso irmão Mauri, algumas/uns choram, se abraçam e gritam para nós algo que todxs pudemos sentir sem duvidar: "NÃO ESTÃO SOZINHXS" e não, não nos sentíamos sozinhxs.

Avança a noite, o frio toca nossos ossos, a comida é coletivizada, as primeiras fogueiras são acesas e escutamos a música que Mauri mais gostava. Nos trazem alimentos. A essa altura as paredes do bairro são pichadas com frases de apoio a nosso irmão.

De repente nos avisam da chegada de comitivas policiais. Nossxs irmãs/ãos que estão fora, decidem não esperar, iniciam as barricadas. Juram não abandonar-nos, cumprem sua promessa à risca. Gritamos todxs juntxs por Mauri, fazemos da profunda dor que nos destroça, uma labareda contra a autoridade. O fogo se expande pelo bairro.

Nossos olhos não alcançam para dimensionar o que ocorre lá fora, só escutamos os gritos, o ruído do enfrentamento e o cheiro da fumaça do confronto.

A polícia lança seu gás e água, ainda assim decide não atacar diretamente a casa, nem a nós que rasgávamos nossa voz gritando, com a pele gelada, com os olhos inchados. A brisa noturna mostra a quantidade de horas que ficamos em tensão, o corpo pesa como uma mochila gigante.

Com o passar dos dias podemos analisar que a polícia decidiu não entrar em nosso lar, não arrebentá-lo e destroçá-lo como as outras casas, apenas como uma jogada estratégica... talvez nos guardem para algo maior.

Mas a decisão de não nos atacar abertamente, não se estendeu a nossxs companheirxs que se solidarizavam lá de fora. Sobre elxs atacaram com tudo. A besta policial queria ver sangue e utilizou todos os seus esforços, ainda assim nossxs irmãs/ãos não se amedrontaram, apesar da diferença numérica, se fizeram sentir em todo o bairro, levantando barricadas, virando carros nas ruas, desatando sua fúria.

O cerco policial é superado com a estratégia de se dividir, expandindo assim a revolta. Foram atacadas instituições do capital, enquanto o bairro recebe a odiosa presença das distintas polícias.

Para caçar nossxs comanheirxs não medem esforços, golpes, atropelos e disparos, nada faltou... contabilizando-se mais de uma dezena de detidxs, cujos rostos revelavam a dureza da operação. A todxs elxs, um abraço fraterno, um sincero agradecimento pela entrega, pelo apoio dado e a força enviada. Nos será impossível esquecer todos os olhos que se incendiaram ao clamor das fogueiras e barricadas, como tampouco se apagará em nossa memória o ruído dos gritos de apoio. Mauri estava conosco, correndo e rindo entre todxs esta noite, no fim da rua, levantando barricadas até o teto com o coração em chamas, nessa eterna noite que ainda permanece incandescente na memória.

Durante a madrugada policiais tentaram invadir por casas e edifícios vizinhos, e ao não conseguirem, o pessoal das SIP fotografou nosso lar, de diferentes ângulos.

Os primeiros raios de sol nos permitiram observar o estado em que estava os arredores da casa. Vivemos uma manhã que não acreditávamos que chegaria... ao abrir nosso lar pudemos compartilhar com xs irmãs/ãos que ainda nos faziam companhia, enquanto lá fora ainda ardiam as chamas.

A despedida do corpo do companheiro Mauri... só de seu corpo

A despedida do companheiro anarquista (ou "aspirante a anarquista", como brincando gostava de definir-se) foi numerosa e emotivamente combativa. Centenas de encapuzadxs vestidxs de negro tomavam as ruas. A polícia à distância nos vigiava sem dar trégua, de morros distantes nos filmavam e apontavam com armamento de guerra.

Saímos em marcha da casa de Mauri até o cemitério. Os ônibus contratados sucumbiram perante o medo. A mãe e o irmão de Mauri se comportaram inegavelmente à altura das circunstâncias, caminharam conosco, o cansaço e a dor não se contavam nesse momento.

Apesar do operativo empregado com a finalidade de amedrontar, nós e nossxs companheirxs enfrentamos decididos esse momento. Queremos nos despedir com honra do corpo de um guerreiro, mas considerando que o que se foi é só um corpo, só carne inerte, sua energia, sua força criadora e destrutiva, hoje se mescla conosco de mil maneiras.

Durante a despedida, teve gente que tomou a palavra, algumxs/uns leram poemas e despedidas íntimas e teve outrxs, que com o eterno desejo de aparecer e tirar proveito de um momento tão duro, levantaram sua voz apenas para cortar o silêncio com incoerências, com supostos pensamentos de Mauri, que são apenas distorções de suas idéias, que nada têm haver com o que o companheiro pensava e fazia e pelo que acabou por morrer.

Isso se estende a saudações e comunicados que se difundem pela internet, onde se faz mais alusão a proselitismo político do que as idéias que nosso companheiro empunhou.

Aqui temos que ser claros, não deixar espaço à dúvida, Mauri era um antisocial, é possível estar de acordo ou não, criticá-lo ou apoiá-lo, mas sempre tendo como perspectiva as idéias dele e não o que acreditamos que pensava ou que foi dito que pensava, só assim se respeita um companheiro e tem ali completo sentido sua morte.

O companheiro entendia esta sociedade e qualquer outra que se pretendesse construir como a materialização do poder, como a negação da afinidade e da livre associação, como a anulação da autonomia individual. Pretendia a destruição da civilização e a volta à vida selvagem. Definia-se vegano e regia sua vida pelos princípios da libertação animal, sempre desde um caráter revolucionário e não compassivo. Odiava de morte as posições plataformistas e amarelas, os bombeiros da revolta e aquelxs que acreditavam em um etapismo na luta contra o capital.

A luta não se centrava em uma falsa afinidade com x outrx exploradx, seriam seus sentidos, ações e cumplicidades que gerariam a irmandade e a afinidade.

Que a dor não apague a raiva, que queime todo germe de autoridade

Esse era, esse é nosso companheiro, nosso irmão e não aceitaremos mais lama sobre suas idéias, seus gestos e vida. Com ele compartilhamos ódios, raivas, encontros e desencontros, é nosso irmão, não um slogan, não um rosto frio atrás da linha policial, é vida mesmo agora, não aceitamos sua morte, nos rebelamos com isso mesmos às custas da estabilidade emocional. Mauri está aqui, dando-nos força nesta dura batalha, que tantas vezes acreditávamos distante.

Passam os dias e a tensão permanente não nos deu um momento de intimidade para chorar por ele como se merece, temos sobre nós o peso constante de sermos invadidxs, detidxs, torturadxs, esmagadxs por sentenças que só buscam secar-nos na prisão ou na solidão da deserção da guerra.

A dor nos parte o coração como uma pontada congelante mas aquilo não pode nos imobilizar, é isso que querem, com isso terão ganhado, nos terão vencido. A morte golpeia e abraça nossa realidade, por vezes desarma nossos projetos e desestabiliza nossos passos mas ao mesmo tempo e de uma maneira esquizofrênica, nos dá força, nos obriga a levantar a cabeça para não trairmos nosso irmão, para não trairmos a nós mesmxs. A lealdade a nós mesmxs e a ele, mesmo às custas de nossa harmonia espiritual.

A loucura nos cumprimenta do precipício, a prisão nos espera ansiosa, a morte levou um felino de nossa manada e a comodidade desde um tempo caminha de mãos dadas com muitxs que acreditávamos estarem conosco. Todos esses caminhos inflamam nosso desprezo enquanto iluminam o caminho insurrecional que escolhemos, sim, leia bem, assim nos definimos.

Mauri nos falou faz alguns dias sobre despertar o guerreiro que vivia nele, isso acreditamos, é o que devemos fazer todxs, apegadxs cada um/a a suas próprias convicções e ações, mas fazê-lo, não deixar-se submeter, nem pelo choro, nem a dor, nem a raiva, nem os inimigos de mil cores possíveis.

Nos solidarizamos com xs detidxs que já se registram e com os que logo mais engrossarão as listas de prisioneirxs, de reféns do estado e do capital.

Enviamos um cumprimento fraterno e cúmplice a nosso irmão sequestrado nas masmorras do poder, que faz anos jurou estar conosco, lado a lado enfrentando um momento como esse: esteve, não te esquecemos. Axel Osorio você também está aqui, ao que parece logo algumas/uns poderemos finalmente te abraçar...

Companheirxs: fiquem atentos e não abaixem a guarda. A guerra social esta desatada e exige nosso melhor desempenho.

"E as minhas ações ao dormir destinam-se para que amanhã ao acordar, romperei com a rotina pela ação individual com o peito como pedra, estufado pela destruição desta e de qualquer sociedade.... Faça-me um favor: garanta que viva a anarquia".
Mauricio Morales



VEJA O MUNDO COMO ELE É... SINTA A VIDA COMO GOSTARIA QUE ELA FOSSE!
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